a) O Jefferson é louco e jogou a bosta no ventilador sem provas.
b) O Jefferson disse que não tem provas porque temia um atentado - e vai apresentá-las hoje à tarde.
As apostas serão encerradas às 14 horas.
a) O Jefferson é louco e jogou a bosta no ventilador sem provas.
b) O Jefferson disse que não tem provas porque temia um atentado - e vai apresentá-las hoje à tarde.
As apostas serão encerradas às 14 horas.
A patuléia anda em polvorosa.
Ensaia-se, na Bolívia, mais uma revolução latino-americana.
Exulta pois, o poviléu, na ânsia de ver repetir-se um 1910 - quiçá um 1959?
Dorme o populacho, outra vez, o acalentado sonho europeu.
Por isso são chamados camponeses...e não agricultores. Camponeses...e não lavradores. Camponeses...e não bolivianos.
E , berrando contra a opressão estrangeira, seguem se auto-representando pela análise alemã de um episódio francês.
De 7 a 10 de junho, acontece em Brasília o IV Fórum Global de Combate à Corrupção.
Organizado pelo Governo Federal em colaboração com a ONU. Patrocinado pelo Banco do Brasil e pela Petobrás.
Só faltava ser patrocinado pelos Correios.
Não bastasse as altas temperaturas que assolam a região, Florianópolis está sob o calor de manifestações estudantis contra o aumento das passagens de ônibus. Na três últimas noites, as áreas centrais da cidade viveram momentos de extrema tensão.
Sou a primeira a defender o direito de manifestação do povo. A primeira a apoiar um movimento que objetive reduzir um dos mais altos custos de transporte coletivo do país.
Mas sou a primeira, também, a apoiar a ação rígida da polícia quando a coisa descamba para o quebra-quebra.
Pois saibam os amigos que, nos últimos três dias, quem pode evita o coração viário da cidade nos horários de rush. Isso porque os estudantes não estão hesitando em apedrejar carros civis, agências bancárias ou incendiar prédios públicos.
Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, Bruno Knihs, a exemplo do que aconteceu no ano passado, pessoas de outras cidades e outros Estados estão vindo para cá e se infiltrando no movimento.É o exemplo típico de uma causa válida que se perde nas mãos de manifestantes de aluguel formados nas fileiras da esquerda circense.
O motivo pelo qual grupos de estudantes bem intencionados se tornam massa de manobra nas mãos de manifestantes profissionais já foi primorosamente explanado por Elias Canetti. A massa aberta, diz ele, é uma formação inconsciente que só quer crescer. O ruído provocado pelo quebra-quebra e a luminosidade do fogo são a forma extrema pela qual ela se anuncia - e busca captar novos adeptos. Ansiosa por viver o seu momento de descarga, espera apenas que alguém tome a iniciativa - ou dê o primeiro passo.
Portanto, parece que não há saída. Uma vez que estejam instalados os agitadores profissionais, vai haver violência. E, quando a violência se apresenta, à polícia só resta sentar o cacete.
É velha mas eu gosto.
Em recente entrevista, foi perguntado ao General Norman Schwartzkopf se ele achava que existia uma possibilidade de perdão para as pessoas que abrigaram e ajudaram aos terroristas nos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos.
A resposta : "Eu creio que a tarefa de perdoá-los cabe a Deus. A nossa é simplesmente arranjar o encontro."
1
Finalmente, consegui fazer um up-grade nos links aí ao lado. Visitem a moçada.
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Estou em crise com o template. Adoraria mudar para um mais clean. Mas não gosto do que vejo no blogger. E estou sem tempo para procurar coisa melhor. Aceito sugestões.
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Quem leu a matéria da Veja sobre blogs? Achei de última o que fizeram com o Alexandre Soares Silva.
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Acho que escreverei em drágeas até o final do governo Lula.
Tem um sol de rachar lá fora, mas estou com 39º de febre.
E, enquanto tento entender a morte do Raymundo Arão, o Lula tenta barrar a CPI dos Correios. Quem lê o Fabiano Moraes - que lê o Reinaldo Azevedo - sabe que esta CPI pode virar boi de piranha.
Falando nisso, faz tempo que parei de ler a Miss Veen porque estou sem tempo para ler quem não tem nada a dizer. Prefiro ler - e invejar - o testamento da Lelé Carabina.
Aliás, não sei se foram os Wunders que perderam a verve ou eu que perdi a paciência. Mas a transmissão do jogo de vôlei Brasil x Venezuela não deixa dúvidas de que a República Bolivariana perdeu o bonde da tecnologia. Já o bonde do posicionamento político viu o Caio Blinder chegar atrasado, correr e ainda pegar uma janela.
É preciso admitir que ando com saudades dos comments do Jorge Nobre , que não perco uma blogada do Jordá e que não acredito neste pseudo anti-lulismo da Folha. De quebra, eu poderia confessar esta estranha impressão de que o Mídia Sem Máscara não atualiza sua página inicial há meses... Ou que o Diogo Mainardi se auto-pasteurizou...De ser ignorada por um Flamarion em crise existencial, nem se fala.
Acho que só me restou cantarolar Shakira...."No creo en Venus ni en Marte/ No creo en Carlos Marx /No creo en Jean Paul Sartre
No creo en Brian Weiss/".
E esta febre que não baixa?