terça-feira, 18 de abril de 2006

Eu e Geraldo

Simples assim: se eu pudesse escolher sozinha o presidente do Brasil, não hesitaria em escolher Alckmin.

Olho no olho, ele passa a firmeza, a serenidade e o preparo que eu penso serem indispensáveis a um presidente. Atento a tudo o que acontece a sua volta, Geraldo Alckmin ouve pacientemente. Nota-se, pelas pausas que faz, que pondera antes de responder a qualquer questão. Mas algo em seu olhar deixa a gente perceber que é preciso bons argumentos para fazê-lo desistir de uma idéia.

Como se isso não bastasse, ele já ganharia meu voto só por arrancar aplausos e risos de agropecuaristas citando Victor Hugo e Churchill.

6 comentários:

  1. Ng,
    Só para não perder a admiração pelo blog.
    "Bem-aventurada tu ó terra, quando seu rei é filho de nobres e seus príncipes comem a tempo, para se fortalecerem, e não para bebedice."
    Eclesiastes 10:17

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  2. Bom dia,Nariz !!!

    Espero sinceramente q/ Alckmin tenha a força suficiente para bater o Lulismo...

    Mas, continuo esperando uma alternativa, nada
    do que está posto me agrada.

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  3. Que bom que nos vivemos numa democracia.
    Mas só pra lembrar, se o FHC pudesse escolher sozinho(que sonho), ele escolheria o Serra.
    Se o Tasso Jereissati pudesse escolher sozinho, ele escolheria o Serra.Se o Aécio Neves pudesse escolher sozinho...
    Deve ser por isso que "essa raça", que pode escolher junta, também não vai escolher o Alckmin,(e, ufa), nem o Serra.

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  4. - Soube?
    - Do quê?
    - Suas impressões vieram confirmar as que eu já tinha formado pelas aparições na TV.
    - É!
    - Mas sempre persiste uma dúvida se o aparelho não distorce...
    - É!
    - Confio na sua avaliação!!! Você me deu a segurança que precisava.
    - É!

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  5. Marconi,
    Você é o Aécio? Putz, como não saquei: você é o de Goiás! Tá explicado. Ainda bem que existe democracia. Nariz Gelado é uma democrata e nos aceita a todos.

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  6. Churchill era um marginal na política inglesa. Os vitoriosos, arrogantes como eram, aos poucos levaram a Inglaterra ao desastre. Churchill, alertando na oposição, ele era seguidamente ridicularizado.

    Aí o desastre se confirmou: Hitler invadiu a Polonia e já não havia como detê-lo. Espero que não seja preciso um desastre assim para o Brasil colocar alguém que preste no lugar do Lula.

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